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A autoria e a responsabilidade científica, por Bernardo Melgaço da Silva

Por que os paradigmas nunca são realmente falseáveis?, por Enézio E. de Almeida Filho

A Ciência como fundamento da ação profissional, por Maria Júlia Ferreira Xavier Ribeiro

Agricultura familiar e o Programa Fome Zero, por Pedro Antonio Arraes Pereira

Fome Zero e Nanotecnologia, por Petrus d'Amorim Santa Cruz Oliveira

Turismo Solidário, por Sérgio Fonsêca Guimarães

 

 

 

 


 

 

 

 

 

 

 

 

 

Trabalho - mai/04

Sou pesquisador na área do trabalho. Muitos artigos publicados por esta revista me fazem refletir em diversos ângulos em pesquisas, o que me leva a acreditar que é um bom instrumento para enriquecer o conhecimento e auxiliar em muitas pesquisas.
Leonardo Silva, pesquisador (03/jun)

Li o texto do Sr. Leonardo Sakamoto que fala em trabalho escravo. Trabalhei no Paraná na década de 70. Vi os tais "gatos" arregimentando pessoal para colheita de algodão e ou corte da cana. Contudo, o texto escrito pelo Sr. Sakamoto não corresponde a realidade mesmo daquela época, no caso da região Sul. Hoje, menos ainda. O "gato" nada mais é do que um intermediário do trabalho temporário. Os "fazendeiros", na verdade produtores rurais, não conhecem os diaristas. Nem sabem como contatá-los. Por isso precisa de alguém, do meio deles, o faça. Os "gatos" que conheci eram pessoas pobres. Trabalhavam junto com os contratados o dia inteiro. Fazia uma função gerencial. Eventualmente haviam abusos. Mas, como aquela mão-de-obra era muito concorrida, no dia seguinte, adeus patrão ruim ou gato safado. Xô canalha. Mas, em síntese, o Sr. Sakamoto não leu o artigo desta mesma revista do autor que fala sobre o cientista. Para ele, o cientista tem a liberdade de defender qualquer tese, p. ex.: a bondade do demônio, mas para isso terá que se fundamentar e mostrar para a academia o caminho que fez. Mas, com certeza, os verdadeiros cientistas odeiam falácias e astúcias enganosas no processo científico. Xô charlatão! Finalizo achando que o autor escreve no "politicamente correto", independente dos fatos, só para se destacar. Faz uma revisão bibliográfica dos tempos bíblicos e esquece de fazer uma visita nos locais onde o tal "malfeitor gato" continua sendo a única opção de renda para milhares de miseráveis que trabalham como diaristas, ainda hoje. Lamentavelmente.
Derli Dossa, Pesquisador da Embrapa (25/mai)

Resposta de Leonardo Sakamoto:

O empresário é o responsável legal por todas as relações trabalhistas de seu negócio, tendo conhecimento pleno do que acontece em suas terras ou não. A Constituição Federal de 1988 condiciona a posse da propriedade rural ao cumprimento de sua função social, sendo de obrigação de seu proprietário tudo o que ocorrer nos domínios da fazenda.
A maioria dos "gatos" que atuam na região de fronteira agrícola amazônica realmente não têm posses e, muitas vezes, são tão pobres quanto os trabalhadores. Porém, isso não impede que atuem como capatazes de proprietários rurais, contratando mão-de-obra e cuidando da manutenção da ordem - usando violência física se necessário for para impedir que o trabalhador deixe a fazenda antes de quitar a dívida.
Infelizmente, persiste no Brasil a mentalidade de que "ruim com o gato, pior sem ele". Qualquer região, por mais distante que seja, havendo a necessidade de usar o trabalho de alguém, deverá fazer isso em conformidade com a lei. O que se exige dos proprietários rurais é a garantia de que o trabalhador possa de desvencilhar do trabalho no momento em que desejar, independentemente da existência de qualquer tipo de dívida, legal ou ilegal. A fiscalização do Ministério do Trabalho e Emprego encontra freqüentemente produtores que não utilizam trabalho escravo, mas sim empregados tratados com dignidade e com o seu direito de ir e vir assegurado. Se esses produtores podem agir dentro da lei, os outros também podem.
Aproveito a oportunidade para convidar a missivista a ir em uma ação de fiscalização na região de fronteira agrícola amazônica. Há três anos, venho tendo a oportunidade de acompanhar libertações de trabalhadores, entrevistar dezenas de "gatos" e ver a realidade daquela gente de perto - uma realidade doída, que não está descrita em livros e que não pode ser reproduzida em relatos. Tenho certeza de que essa experiência lhe será transformadora.
Leonardo Sakamoto (25/mai)

Brasil Negro - nov/03

Quero parabenizar a revista pela iniciativa de discutir assunto que embora fazendo parte de nosso cotidiano, "extremamente conflitante" que é tratar de políticas de ações afirmativas para a população negra. Quero nesta oportunidade congratular o Prof. Henrique Cunha pela coragem e persistência de lutar pela a formação de pesquisadores negros.
Givalda Maria dos Santos, professora do ensino básico (24/mai)

Confesso que me emocionei ao ler o texto de abertura do site, dado sua riqueza de todos os gêneros, e pela qualidade dos artigos disponíveis... Parabéns!
Adriano C. Pinto (24/mai)

Muito legal esse site. Temos que mostrar que nós os negros somos tão inteligentes quanto os brancos. Ou melhor, somos todos negros vindos da terra mãe África. Negros com orgulho.
Leide Curcino, profissional de mídia (21/mai)

Notícias

Obrigado pelo envio das noticias ComCiência e parabéns pela iniciativa que coloca informações importantes a disposição de quem está longe e tem dificuldades com revistas, livros, encontros, etc.
Professor Ozorio Fonseca, da Universidade do Estado do Amazonas (29/mai)

Sobre a ComCiência

Gostei muito deste site,principalmente sobre as matérias relativas com a área de saúde. Continuem com este ótimo.
Gustavo, estudante universitário (21/mai)

Parabéns. O site esta recheados de matérias muito importantes no nosso dia a dia.
Reginaldo G. Vasconcelos (18/mai)

Descobri este site através de uma pesquisa sobre modelos ambientais e encontrei muitas notícias interessantes.
Renato Nogueira Queiros, estudante universitário (12/mai)

Acho o site bastante interessante e atualizado, uma fonte de informação segura. É pena que a grande maioria dos estudantes não sabem usufruir desta fonte. Parabéns!
Josemar Santos Cunha, professor do ensino básico (12/mai)

Acredito que não é possível a imparcialidade quando se trata de reportagem, porém a seriedade de retratar a realidade confere um trabalho de qualidade, e isso foi o que pude observar neste endereço eletrônico. Parabéns.
Tanesca Santos de Santana, estudante universitária (12/mai)

Seu site é excelente! Ele demora um mês, mas vem cheio de informações úteis. Eu tenho uma pequena invenção a mostrar a vocês. É o ovo de Páscoa da Rapadura. A utilidade mais importante é o seu custo, alcance de todos. Ninguém vai deixar de festejar a Páscoa por falta de dinheiro. Porém me falta aonde fazer meus testes. Espero que me ajudem. Sou um aposentado de 77 anos, gosto de escrever artigos e inventar pequenas coisas para não envelhecer depressa. Se lhes interessar posso mandar os desenhos para que avaliem. Não tenho ainda registro de patente, por falta de recursos.
José Luiz Gomes, aposentado (10/mai)

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Atualizado em 10/06/04

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