Tel Amiel: ‘Percebemos o quanto estamos despreparados para EaD’

Por Bianca Bosso

Tel Amiel é professor da Faculdade de Educação da Universidade de Brasília e coordena a Cátedra Unesco de ensino a distância da universidade. Ele realiza pesquisas relacionadas ao ensino público e formação docente, educação aberta, tecnologia educacional e melhoria escolar. Com base em sua experiência e pesquisas na área, forneceu apontamentos sobre a virtualização da educação em um cenário pré e pós-pandemia. Continue lendo Tel Amiel: ‘Percebemos o quanto estamos despreparados para EaD’

A virtualização das academias: como o exercício físico a distância ganha adeptos

Por Daniel Pompeu e Samuel Ribeiro dos Santos Neto

Especialistas diferenciam modalidades e discutem o futuro das tecnologias na educação física Continue lendo A virtualização das academias: como o exercício físico a distância ganha adeptos

Os engenheiros do caos

Por Cristiane Kämpf

Os engenheiros do caos: como as fake news, as teorias da conspiração e os algoritmos estão sendo utilizados para disseminar ódio, medo e influenciar eleições, livro de Giuliano da Empoli, é alarmante, essencial e de leitura rápida. Porém, traz referências que podem render muitas horas de pesquisa sobre o uso político das redes sociais e sua relação com a nova onda nacionalista e o enfraquecimento da democracia representativa ao redor do mundo. Esta resenha tem o simples objetivo de despertar a curiosidade e incentivar possíveis leitores do trabalho. Para uma análise essencial a partir da ciência política fica a sugestão do texto “A engenharia do caos – é essa a nova política?”, de Reginaldo Carmello Corrêa de Moraes, professor da Unicamp, falecido em 2019. Continue lendo Os engenheiros do caos

Instrumentação maquínica: como as plataformas sociais produzem nossa desmobilização política cotidiana

Por Rafael Evangelista

Enquanto o totalitarismo transforma a alma dos sujeitos, seu motor interior, o “instrumentarismo” trata os indivíduos como máquinas informacionais ou como animais em experimentos do behaviorismo radical: estímulos elaborados para a obtenção de determinadas ações. O modo de atuação do instrumentarismo envolve um conjunto complexo e variado de influências sutis, pouco ou nada perceptíveis, que operam sobre nós no contato com o digital. Assim, a saída pela ruptura não ocorreu: perto dos cem mil mortos, o Brasil empilha corpos e acumula indiferença frente àqueles que têm que se expor a níveis variados de risco para continuar sobrevivendo. Continue lendo Instrumentação maquínica: como as plataformas sociais produzem nossa desmobilização política cotidiana

_revista de jornalismo científico do Labjor