Ciência forense na era da inteligência artificial

Anderson Rocha é professor do Instituto da Computação da Unicamp e coordenador do laboratório de Inteligência Artificial Recod.ai. Ele está entre os 20 pesquisadores mais influentes do Brasil e integra o grupo dos 2% de cientistas mais citados do mundo na área de ciência da computação. Nessa entrevista, explica como a área forense digital evoluiu nas últimas décadas, os desafios trazidos pela IA e o impacto dessas tecnologias na sociedade.

Por Juliana Vicentini Continue lendo Ciência forense na era da inteligência artificial

Inteligência artificial na segurança pública avança entre promessas e controvérsias

O uso desses sistemas traz impasses éticos e jurídicos, principalmente no equilíbrio entre segurança pública, proteção de dados e direitos fundamentais dos cidadãos

Por Juliana Gottardi Continue lendo Inteligência artificial na segurança pública avança entre promessas e controvérsias

Por que máquinas inteligentes poderão superar os seres humanos?

Uma vez que as máquinas dominem plenamente as linguagens por meio das quais o conhecimento é criado e adquiram a capacidade de gerar, validar e disseminar conhecimento de forma autônoma, elas reunirão todas as condições para superar as capacidades intelectuais humanas. Essa superioridade não se limitará à velocidade ou à escala, mas se estenderá à abrangência, à integração e à evolução contínua do próprio conhecimento. Diferentemente dos humanos, as máquinas não estarão limitadas por restrições cognitivas, pelo esquecimento ou pelo tempo de vida, o que permitirá a acumulação e o refinamento do conhecimento sem precedentes.

Por Osvaldo N. Oliveira Jr, Maria Cristina F. Oliveira Continue lendo Por que máquinas inteligentes poderão superar os seres humanos?

Inteligência artificial e feminismo: vinculação necessária

A epistemologia feminista propõe o conceito de “ponto de vista feminista” como uma ferramenta crítica capaz de revelar que a objetividade científica é, na verdade, construída a partir de posições sociais específicas, geralmente masculinas, brancas e ocidentais, que foram naturalizadas como universais.

A crítica feminista à IA não se reduz a um apelo à inclusão de mulheres no campo tecnológico, mas sim à reestruturação profunda das bases epistemológicas e políticas que sustentam a produção. Trata-se de questionar quem define o que é inteligência, quem projeta os sistemas, com quais dados, com quais objetivos e a serviço de quais interesses. É nesse horizonte que se coloca a relevância de um projeto de IA feminista e decolonial, que reconheça os marcadores de gênero, raça, classe e território como elementos estruturantes na concepção, desenvolvimento e aplicação das tecnologias.

Por Mirlene Fátima Simões Wexell Severo Continue lendo Inteligência artificial e feminismo: vinculação necessária

_revista de jornalismo científico do Labjor