Neide Rigo: Hortas comunitárias fazem o papel de verdadeiras guardiãs de saberes e culturas

Por Letícia Guimarães dos Santos

Neide Rigo é nutricionista e atua na área de consultoria gastronômica e curadoria de eventos. Autora do livro Mesa farta no semiárido – receitas com produtos da agricultura familiar, é também colunista do caderno Paladar, do jornal O Estado de S. Paulo e escreve no blog Come-se. Nessa entrevista, aborda a inserção de plantas alimentícias não-convencionais (PANCs) na alimentação. Continue lendo Neide Rigo: Hortas comunitárias fazem o papel de verdadeiras guardiãs de saberes e culturas

Distância do mar à mesa ainda precisa ser encurtada no Brasil

Por Graciele Almeida de Oliveira e Jhonatas Simião

O Brasil tem mais de 8 mil quilômetros de costa marítima e grande potencial de desenvolvimento para a aquicultura. Essas qualidades, no entanto, ainda contrastam com o baixo consumo de pescados. Dados de 2015 mostram que o brasileiro consome, em média, 9,6 kg desses itens ao ano, segundo a Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO). Continue lendo Distância do mar à mesa ainda precisa ser encurtada no Brasil

O promissor mercado de insetos comestíveis

Por Bruno Moraes e Leonardo Fernandes

Sendo utilizado como ingredientes na alta gastronomia ou como farelo na ração de animais, o mercado de insetos comestíveis é promissor tanto do ponto de vista econômico como ambiental. Todavia, o tabu relacionado à prática atravanca o seu desenvolvimento no Brasil, que ainda não possui  legislação específica para consumo humano. Continue lendo O promissor mercado de insetos comestíveis

Para não ficar raso de tanto too much, rastreie o comestível, semeie amanhãs

Por Érica Araium

Consumir, ao pé da letra, significa “destruir-se, gastar-se até a total destruição”; também “desaparecer da memória; apagar-se”… Ao avesso, alimentar: “nutrir(-se), sustentar(-se)” e, ainda, “fornecer assunto a”. De mãos dadas à etimologia e à análise do discurso, parece lógica a relação que se deve fazer entre alimentar-se o consumidor de informação para que ele sustente a si ao futuro. De mãos dadas à ciência, parece imperiosa a relação entre a pesquisa e o desenvolvimento sustentável. Rastrear o comestível será preciso. Continue lendo Para não ficar raso de tanto too much, rastreie o comestível, semeie amanhãs

_revista de jornalismo científico do Labjor