Por Thais Oliveira Continue lendo Segurança a usuários ganha mais força com a implementação da Lei Geral da Proteção de Dados
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Os engenheiros do caos
Por Cristiane Kämpf
Os engenheiros do caos: como as fake news, as teorias da conspiração e os algoritmos estão sendo utilizados para disseminar ódio, medo e influenciar eleições, livro de Giuliano da Empoli, é alarmante, essencial e de leitura rápida. Porém, traz referências que podem render muitas horas de pesquisa sobre o uso político das redes sociais e sua relação com a nova onda nacionalista e o enfraquecimento da democracia representativa ao redor do mundo. Esta resenha tem o simples objetivo de despertar a curiosidade e incentivar possíveis leitores do trabalho. Para uma análise essencial a partir da ciência política fica a sugestão do texto “A engenharia do caos – é essa a nova política?”, de Reginaldo Carmello Corrêa de Moraes, professor da Unicamp, falecido em 2019. Continue lendo Os engenheiros do caos
O virtual é o novo real? A virtualização do cotidiano a partir de um olhar interacionista
Por Jorge Antônio M. Abrão

Curadorias digitais preservam integridade de dados científicos
Júlia Ramos de Lima e Laura Segovia Tercic
Imagem: Fotos Públicas Continue lendo Curadorias digitais preservam integridade de dados científicos
Humor
Por João Garcia

Nacional
Por Carlos Vogt
Uma no
travo
outra na
fechadura
Anatomia de um sistema de inteligência artificial
Nem inteligente, nem artificial: uma cartografia das infraestruturas do infocapitalismo
Cristiana de Oliveira Gonzalez e Pedro P. Ferreira Continue lendo Anatomia de um sistema de inteligência artificial
Com streaming e drive-ins, indústria do audiovisual tenta se adaptar
Inácio de Paula, Guilherme de Lucca e Paula Gomes Continue lendo Com streaming e drive-ins, indústria do audiovisual tenta se adaptar
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Instrumentação maquínica: como as plataformas sociais produzem nossa desmobilização política cotidiana
Por Rafael Evangelista
Enquanto o totalitarismo transforma a alma dos sujeitos, seu motor interior, o “instrumentarismo” trata os indivíduos como máquinas informacionais ou como animais em experimentos do behaviorismo radical: estímulos elaborados para a obtenção de determinadas ações. O modo de atuação do instrumentarismo envolve um conjunto complexo e variado de influências sutis, pouco ou nada perceptíveis, que operam sobre nós no contato com o digital. Assim, a saída pela ruptura não ocorreu: perto dos cem mil mortos, o Brasil empilha corpos e acumula indiferença frente àqueles que têm que se expor a níveis variados de risco para continuar sobrevivendo. Continue lendo Instrumentação maquínica: como as plataformas sociais produzem nossa desmobilização política cotidiana