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Por trás da indústria de tecnologia há trabalho, microtrabalho e mais trabalho

Além do treinamento de máquinas, o microtrabalho em plataformas digitais cumpre um papel central ao amenizar as tensões entre o discurso apresentado pela indústria de tecnologia e a realidade dos processos produtivos da criação de softwares. O batalhão de trabalhadores disponíveis online, realizando centenas de milhares de tarefas repetitivas, possibilita que a indústria de tecnologia se ancore, por um lado, em núcleos de trabalho qualificado e, por outro lado, em trabalho mal pago e precarizado.

Por Guilherme Henrique Guilherme Continue lendo Por trás da indústria de tecnologia há trabalho, microtrabalho e mais trabalho

As injustiças do não reconhecimento no ambiente de trabalho

Por que algumas pessoas, mesmo sendo competentes, dedicadas e reconhecidas pelos colegas, terminam o dia com a sensação de que são invisíveis? Por que trabalhadores que atingem metas, resolvem problemas e assumem responsabilidades continuam acreditando que precisam provar seu valor todos os dias? Essas perguntas, cada vez mais frequentes em um mundo marcado pelo aumento dos casos de estresse, ansiedade e adoecimento relacionados ao trabalho, motivaram uma pesquisa de doutorado que propõe uma nova forma de compreender a justiça nas organizações.

Por Ricardo Bertoni Pompeu e Angela Christina Lucas Continue lendo As injustiças do não reconhecimento no ambiente de trabalho

Ilustração gerada com IA/ChatGPT, por Vanessa Ayres

Redução da escala de trabalho melhora saúde mental sem comprometer produtividade

Pesquisas mostram que a escala 6×1 prejudica a saúde, mas especialistas apontam que a redução requer reorganização produtiva para evitar intensificação do trabalho

Por Vanessa Ayres Pereira Continue lendo Redução da escala de trabalho melhora saúde mental sem comprometer produtividade

Bruno Batista/ VPR/Wikimedia Commons

Mineração, emprego e desigualdade: quem ocupa os postos qualificados na RI-Carajás?

Nos municípios mineradores, os trabalhadores brancos ocupavam 19,9% dos vínculos qualificados – mas alcançavam 32,7% das posições na faixa superior, acima de 8 salários mínimos. Em contrapartida, a população parda, que concentrava 72,9% do estoque qualificado, reduzia-se a 57,9% no estrato de maior renda. Na prática, a chance de um profissional branco ocupar uma posição de alta remuneração na mineração é cerca de duas vezes superior à de um pardo com idêntica titulação, disparidade que não se atribui a diferenças de escolaridade.

Por Tássio Raulim Câmara e Maria Amélia Enríquez Continue lendo Mineração, emprego e desigualdade: quem ocupa os postos qualificados na RI-Carajás?