Sérgio Mamberti: ‘Foi falha histórica não ter direcionamento devido sobre o império da mídia’

Por Paulo Markun, 20 de maio de 2020

“Acho que o ser humano tem essa capacidade de se reinventar, vamos nos reinventar. Nesse sentido, é uma oportunidade para reconstruir um processo de um convívio do ponto de vista social, político ou da cultura, que terá um papel marcante. O universo da ciência e todas as relações com cultura, educação e comunicação certamente terão papel preponderante nessa nova construção.”

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Pandemia confinou a arte às telas de celulares e computadores

Shows e espetáculos exibidos pelas redes sociais, visitas virtuais a museus, exibições digitais. Em tempos de pandemia, a arte precisou encontrar novos caminhos para atingir seu público. O coronavírus colocou um terço da população mundial em quarentena e, com isso, boa parte da produção cultural ficou confinada às telas dos computadores, celulares, tablets e TVs.

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Dossiê 224 – Março de 2021

Editor especial convidado: Bruno Martarello de Conti, professor do Instituto de Economia da Unicamp e pesquisador do Centro de Estudos de Conjuntura e Política Econômica (Cecon) e do Centro de Estudos Brasil-China (CEBC) da mesma universidade. Doutor em Economia pela Unicamp e pela Universidade Paris 13. Foi economista do BNDES no período 2010-2012, pesquisador visitante na HTW Berlin (Alemanha) e professor visitante na Université Paris 13 (França), na Universidad Autónoma de Madrid (Espanha), no Moscow State Institute of International Relations (MGIMO, Rússia), na Universidad Nacional de Colombia e na Southwestern University of Finance and Economics (SWUFE, China). É diretor do Instituto Confúcio na Unicamp. Continue lendo Clique aqui para acessar todo conteúdo do Dossiê China

Celso Amorim: ‘Antes do desastre diplomático bolsonarista, Brasil era o parceiro estratégico preferencial da China’

Por Ricardo Muniz

Celso Amorim foi ministro das Relações Exteriores (1993-1995, governo Itamar Franco, e 2003-2010, no governo Lula) e ministro da Defesa (2011-2015, governo Dilma Rousseff). Em 2009, foi apontado por David Rothkopf, comentarista da revista norte-americana Foreign Policy, como “o melhor chanceler do mundo”. Entrevista concedida por telefone em 18 de fevereiro de 2021. “O Brasil era parte ativa dos BRICS, e dos quatro parceiros originais, três são os maiores produtores de vacina anti-Covid, ou dos fármacos/insumos para a vacina. Índia, China e Rússia. Era para estarmos inundados de vacina! Então você vê o desastre que tem sido a política externa brasileira.”

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_revista de jornalismo científico do Labjor