Série ‘Marte’ aborda questões sobre ética da exploração de recursos terrestres e espaciais

Por Sabine Pompeia e Lívia Mendes Pereira

A série Marte da National Geographic, criada por Bem Young Mason e Justin Wilkes, teve sua primeira temporada lançada em 2016 e a segunda dois anos mais tarde. Embora não seja atual e tenha recebido avaliações mistas do público em sites como Rotten Tomatoes, merece atenção por sua abordagem inovadora, que convida a reflexões éticas em muitas esferas. A série conta de maneira ousada a história da exploração de Marte, entrelaçando um enredo que se passa a partir de 2033 com um documentário que envolve personalidades não-ficcionais, incluindo muitos cientistas renomados. Este contraste visa apontar como os desafios vividos pela humanidade terão efeitos no futuro – o que já vem acontecendo. Continue lendo Série ‘Marte’ aborda questões sobre ética da exploração de recursos terrestres e espaciais

‘The end of the Moon’, de Laurie Anderson: uma artista na Nasa

Por Diana Zatz Mussi e Lívia Mendes Pereira

“Começou com um dia ruim. Eu estava sentada no meu estúdio, sentindo pena de mim mesma; o telefone tocou e uma voz disse: Aqui é Fulano, eu sou da Nasa e gostaríamos que você fosse nossa primeira artista residente”. Continue lendo ‘The end of the Moon’, de Laurie Anderson: uma artista na Nasa

Diga sim à exploração do espaço e não ao capitalismo espacial

publicado originalmente na revista Jacobin(a) em julho de 2021

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Dossiê 251 – Abril de 2024

As pautas deste dossiê foram concebidas pela editora especial convidada Patricia Mariuzzo, a quem agradecemos imensamente por sua gentileza, atenção, tempo e trabalho.

Patricia Mariuzzo é especialista em divulgação de ciência, gestora de comunicação do Hub Internacional para o Desenvolvimento Sustentável (HIDS) e pesquisadora associada do Centro de Estudos sobre Urbanização para o Conhecimento e a Inovação (CEUCI)

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De Manchester ao Vale do Silício – Como os distritos do conhecimento substituíram os distritos industriais

Por Gabriela Celani e Marcela Noronha

 Ao longo do século XX, muitos municípios brasileiros estabeleceram seus distritos industriais, reservando parte de seu território para receber um tipo de atividade econômica com demandas específicas, como disponibilidade de grandes lotes, acesso à água e à energia elétrica, acessibilidade por ferrovias ou rodovias e proximidade a mão de obra, além de incentivos fiscais. Esse tipo de distrito contribuiu para o enriquecimento de muitas cidades. Assim, Sorocaba passou a ser conhecida como a Manchester paulista, Juiz de Fora como a Manchester mineira etc., em referência à cidade inglesa que foi o berço da Revolução Industrial. Entre as décadas de1950 e 1980, a economia brasileira cresceu de maneira extraordinária, a uma média de 4,5% ao ano, com forte contribuição da indústria de transformação[1]. Contudo, a partir da segunda metade da década de 80, o país viveu um processo de desindustrialização[2]. Continue lendo De Manchester ao Vale do Silício – Como os distritos do conhecimento substituíram os distritos industriais

_revista de jornalismo científico do Labjor